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Formado em Administração de Empresas no IMES (Instituto Metodista de Ensino Superior de São Caetano do Sul) e em Propaganda e Marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing-Vila Mariana); é pós-graduado em Economia e doutorado em Títulos, pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Recebeu também o título de cônsul dos Poetas Del Mundo.
 
Em maio de 1999, no interior da floresta Amazônica, por inspiração e anseio de gritar ao mundo, muito mais que por acidente, nasce o poeta Paulo Fuentes.
 
Lá conheceu uma pessoa que lhe mostrou seu dom para a escrita, coisa que duvidou, mas não discutiu. Então, no seu dia-a-dia de trabalho no interior da floresta, desenvolveu o dom da escrita. 
 
Assim, despretensiosamente começou a "brincar" de rabiscar poemas e em 14 anos, escreveu mais de 100.000 poesias de todos os estilos, mais de  7.900 contos eróticos, 578 orações. Escreveu também 372 livros dos mais variados estilos. Ação, Aventura, Drama, Épico, Erotismo, Espírita, Espiritual, Fé, Ficção, Infantil, Romance, Suspense, Terror e Violência e algumas coisas sobre Auto Ajuda que em breve, serão editados em publicações independentes.
 
Em 17 de maio de 1999, em plena floresta amazônica, escreveu sua poesia mais lida em toda a internet: “Almas que se encontram”.
 
Além dos poemas, logo começou a escrever outras curiosidades, dentre elas muitas crônicas; mais de 8.000 crônicas políticas; pois percebeu que pouquíssimas pessoas tinham a coragem de dizer abertamente o que uma nação inteira clamava e ansiava em colocar para fora do peito... Passou então a focar os problemas político-sociais e a partir daí, não poupou ninguém que desrespeitasse este sofrido povo brasileiro.
 
Com já era esperado, foi perseguido e ameaçado, porém nem assim o calaram. Continuou a gritar através de suas palavras, o que sentia e o que devia fazer. 
 
O tempo passou e 10 anos mais tarde, assim como Dom Quixote de La Mancha sem o seu fiel escudeiro, ele afastou-se da luta interna e partiu. No velho mundo, contrariando o desejo de muitos, mesmo longe, permaneceu em sua sagaz busca pelo cumprimento da justiça...
 
Após 3 longos anos na Europa, Paulo Fuentes retorna à sua pátria mãe, deparando-se com um país piorado e desorganizado, sem nada de novo, mas com tudo de ruim: um grupo de pessoas sendo usado como massa de manobra de algum "idealizador" sem bandeira, sem causa e sem pátria.
 
Uma incitação de jovens através de uma poderosa arma de comunicação social, para irem às ruas reivindicar por algo que nem eles ou seus seguidores sabiam o porquê estavam lutando. Nenhuma batalha é vencida quando não se sabe a razão da guerra.
 
Toda guerra é vencida quando o ideal é válido e justo; por isso Paulo Fuentes voltou.
 
Voltou para provar que, se nossa pátria é nossa língua, a dele jamais será calada.
 
O Brasil terá novamente uma voz que não se intimida perante as ameaças; Paulo Fuentes voltou mais experiente, mais capacitado, mais vivido e renovado.
 
Enfim, voltou como a águia ou a Fênix, onde a morte, a dor e o tempo, transformam-se em molas propulsoras de uma garra, que nem de longe demonstram a idade que tem, ao contrário provam a sabedoria e a força que as tornam invencíveis.

 
 
 
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