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Doria em coletiva sobre a tragédia que ocorreu em Paraisópolis
 
 
 
 MORTE ANUNCIADA
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Vai vendo...

 

Não é questão de querer arrumar culpados, ou mesmo de justificar uma tragédia anunciada.

 

Todos sabem que baile funk em comunidades (antes denominadas de favelas) sempre foram ligadas aos "manos" que controlam o tráfico de drogas nas cercanias e fora delas, porém, há aqui de ser ressaltado que o governador de São Paulo, João Dória Júnior quando assumiu o governo foi bem claro que a função da polícia seria primeiro a de atirar e depois conversar e baseado nestes ensinamentos de um governador que traiu seu padrinho político Geraldo Alckmin absorvendo todo o apoio que poderia absorver e depois o jogando no lixo e mais que isso, usou seu palanque usando o nome do presidente eleito Jair Bolsonaro e após ser eleito virou-se contra ele, pois almeja a cadeira do poder supremo do país.

 

Pois bem, não se trata de comentar aqui a idoneidade de um governador canalha, mas sim as medidas adotadas pela truculenta Polícia Militar do estado de São Paulo que, convém ressaltar, tem muitas pessoas dignas, porém, tem muitos que após vestirem a farda, agem como se fossem os donos do mundo.

 

No caso da tragédia onde culminou com a morte de nove jovens perderam a vida.

 

Segundo consta, o comandante-geral da PM, coronel Marcelo Salles, afirmou que a Polícia Militar havia montado uma operação especial para coibir o baile funk que ocorreu em Paraisópolis na noite de sábado.

 

Segundo o policial, havia oito festas diferentes dentro da favela naquela noite, com cinco mil pessoas, entretanto, a operação teria sido abortada dado o volume de cidadãos aglomerados nas vielas do bairro..."Nós iríamos ocupar? Iríamos. Só que, às 20 horas, foi feita uma análise de risco e não dava. Já estava todo tomado naquela localização. Ingressar ali seria um erro. Dispersar ali. Tanto que esse evento ocorreu às 4 horas da manhã", afirmou o coronel.

 

Já o secretário estadual da Segurança Pública, João Campos, se negou a responder se já havia identificado os agentes mostrados nos vídeos que foram compartilhados após a ação. No lugar disso, preferiu destacar a "disciplina" da PM paulista. "É uma instituição admirável", disse o secretário.

 

Resumindo as coisas...

 

Vivemos em um estado onde a polícia recebe prêmio para prender pessoas, muitas até inocentes a fim de jogá-las dentro do sistema prisional a fim de gerar "verbas" para campanhas sujas e isso já vem sendo feito a vários anos por aqui.

 

Dá para se mudar isso?

 

Claro que dá! Basta apenas o presidente que tem o apoio de mais de 55% da população do país, além das forças armadas, impetrar o artigo 142º da Constituição e com isso, militarizando o país, acabar com estes políticos e juízes canalhas que insistem em matar não só jovens em favelas, mas sim toda uma população carente, mas covarde e omissa.

 
 

 

 
 
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